sábado, 21 de Novembro de 2009

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sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Momentos de emoção

Esta semana, estava eu parada numa fila de trânsito, quando de repente a Renascença passa aquela música dos meus 14, 15 anos, que me fazia dançar na sala, cheia de sonhos de adolescente, que me fazia cantar até me doer a garganta e pôr a aparelhagem no máximo até a vizinha do lado vir espreitar à janela!
De repente, as lágrimas saltaram-me dos olhos e a emoção foi tão grande que tive vontade de parar o carro na berma da estrada. Em segundos voei para os meus anos de juventude, para aquela altura magnífica da nossa vida em que achamos que vamos conseguir fazer tudo, viajar pelo mundo, ter uma família, uma carreira, ter muito dinheiro, enfim, somos os donos do mundo e a vida espera-nos, ansiosamente...
Senti-me tão envolvida pela aquela música, que não fui capaz de parar de chorar. Há cada coisa! Se alguém se apercebeu, e pudesse pensar que era por causa do trânsito, fica aqui o registo, era tudo por causa de uma simples música:words don´t come easy, lembram-se? FR David.
Pois bem, toda a gente tem uma música, certo? Pois eu também tenho. Existem outras também muito especiais mas esta é da minha adolescência, está associada aos meus sonhos de menina, aos meus primeiros amores... enfim. Nunca mais a ouvi, nem nunca me lembrei de a procurar no You Tube... até hoje. Depois de ouvir várias vezes o original, cliquei, por acaso, numa versão mais recente. E não é que as lágrimas me vieram aos olhos outra vez?! Oh, valha-me Deus! Vejam lá, vejam e ouçam o "ragazzo". Digam lá se não ficam repentinamente com vontade de chorar...




Então? Não ficaram sem palavras? Pois, imagino. Words don´t come easy, não é verdade?
Ah, não se esqueçam de desligar a música do blog primeiro, antes de ver o vídeo.

domingo, 15 de Novembro de 2009

24h

Conhecem aquela sensação quando estamos meses sem tocar num chocolate e depois compramos uma caixa tamanho xxl e devoramos numa tarde? Não? Pois eu também não pois nem sequer aprecio chocolates mas o que fiz ontem deve ter mais ou menos os mesmos efeitos!

Há semanas que só trabalho, de manhã, de tarde e até à noite. Nem fins de semana têm escapado! Isto porque de repente toda a gente quer formação profissional, às resmas, ou melhor, às paletes! Mas eu não reclamo. Não senhor. Isto é só um desabafo, porque toda esta formação só me tem feito bem. Ganhei uns euros, perdi uns kilos, e ando muito bem comigo mesma! Muito satisfeita, mesmo.

Mas, adiante. Com tanto trabalho, foram-se as minhas tardes de fim de semana em frente ao pc ou à televisão. Tenho as minhas séries preferidas todas a meio, filmes, já nem me lembro do último que vi... Tenho passado todos os minutos a preparar manuais e apresentações, a corrigir testes de avaliação, enfim...

Na sexta feira à noite, foi por acaso que passei pela RTP 2 e dei conta que estava a começar mais uma temporada da série americana de sucesso 24h. Parei logo com o zapping e pousei de imediato o comando da televisão. Eram quase 2h da manhã quando o fim do episódio me obrigou a ir para a cama mas com a promessa de no sábado, depois do futebol do João, voltar a ligar-me no canal 2 pois às 11h da manhã continuava a espectacular trama!

Caso não saibam, a RTP 2 transmite a série inenterruptamente. Ou melhor, vai fazendo intervalos de apenas alguns minutos só para um xixizinho... não dá para mais, acreditem. Resultado, eram quase 2h da manhã quando finalmente acabou e pude desligar a televisão! Ou seja, passei 14 horas sem arredar da frente do ecran! Almoço e jantar? Em frente à televisão. De vez em quando os miúdos vinham ter comigo e exlamavam admirados: " O quê, ainda não acabou?!" "A que horas acaba, mãe?". Ficavam comigo e viam alguns episódios mas logo depois desistiam e lá iam fazer outras coisas.

Há uns anos atrás, tinha acontecido o mesmo com a primeira temporada. Lembro-me que ficamos sentados no sofá, eu, o meu marido e um casal de amigos, todo o sábado, das 11h da manhã às 11h da noite! Almoço? Pizza, claro.

Lembram-se então daquela sensação de comer a caixa de chocolates tamanho xxl? Pois deve ser mais ou menos a mesma. Com uma diferença. Se pudesse, abria hoje mesmo mais uma caixa.
Prendinha para este Natal? Pode ser mesmo esta caixinha... Esqueçam os chocolates!

domingo, 8 de Novembro de 2009

Viver com um sorriso



Tenho dito aqui algumas vezes que são as pequenas coisas, os pequenos gestos que fazem a diferença e que podem fazer esta vida melhor. Esta semana presenciei uma cena que me encheu o coração de emoção e deixou-me a pensar...

Estava a deixar o meu filho à porta da escola e quando estava prestes a arrancar com o carro, vi a tal cena, da mais pura ternura. Uma mãe despedia-se dos filhos, um casal de adolescentes. Mas não eram aqueles beijos fugidios, aqueles que colamos nas suas pequenas caras, sempre a correr e cheios de pressa. Aquela mãe segurava com as duas mãos o rosto dos filhos, beijava-os com toda a meiguice que só outra mãe pode entender, segredava-lhes ao ouvido e sorria-lhes com todo o seu amor. Fez este ritual com cada um dos filhos, enquanto um grupo de jovens observava de cima do muro da escola. Estavam a sorrir. Pensei que iriam gozar com os miúdos como costumam fazer, chamá-los de "meninos da mamã", mas não. Acho que estavam todos a pensar "bem, a minha mãe não se despede assim de mim!".
Segundos depois, a mulher seguiu viagem. Reparei quando um outro pai lhe acenou, desejando bom dia, pelo sorriso dele, percebi que o dela devia ter sido ainda maior, daqueles que a gente dá com a alma. Pensei para os meus botões o quanto devia ser feliz, de bem com a vida. Passamos o semáforo, e logo depois, perante uma fila de carros, num gesto de verdadeira compreensão, parou e deixou-os passar a todos, os da esquerda primeiro e depois os da direita. Sorri. Em poucos minutos, aquela desconhecida tinha revelado em pequenos gestos o quanto podemos fazer o nosso dia diferente! O quanto é possível viver com um sorriso...

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Uma "bóba e outa Bóba"

Soltei uma gargalhada logo de manhã quando entrei no infantário do meu mais pequeno.
Pelo caminho ía a dizer-me com entusiasmo: "Mãe, temos uma "bóba" e outa bóba na sala. Uma piquena e outa gande, duas bóbas, sabes?" Fiquei confusa a olhar para ele. "Uma bóba, mas o que é uma bóba?" - perguntei-lhe. É que não estava mesmo a ver o que era! Lá tentou explicar-me o que era mas não fui capaz de perceber. Mal entramos, apontou para as paredes, e exclamou: Vês, uma bóba, e mais outa bóba. E foi a Isabel que fez!" Finalmente, percebi! Então não era que havia abóboras penduradas no tecto e outras pintadas nas paredes? Claro que só podiam ser abóboras! Afinal amanhã é dia de Halloween...
Mas, já agora, de onde vem esta tradição das abóboras?

Conta a lenda que um homem chamado Jack, um alcoólatra muito mal comportado num dia 31 de Outubro bebeu excessivamente e o diabo veio para levar a sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transforme numa moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano. Sem opção, o Diabo concorda. Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar o seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não.

No ano seguinte, na noite de 31 de Outubro, Jack está de regresso a casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe ao primeiro galho, Jack pega um canivete que tinha no bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack liberta-o da árvore.

Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no céu, mas a sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. O diabo, ainda desconfiado e sentindo-se humilhado, também não permite a sua entrada. Mas, com pena da alma perdida, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar o seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando.
A sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). Quem presta atenção vê uma luzinha fraca na noite de 31 de outubro. É Jack, procurando um lugar.

As abóboras iluminadas tradicionais, nabos ocos com brasas ou velas dentro, tornaram-se uma decoração muito popular de Halloween na Irlanda e na Escócia há algumas centenas de anos. A tradição folclórica acreditava que eles evitariam Jack Miserável e outros espíritos no Halloween, e elas também serviriam como representações das almas dos mortos. As famílias que emigraram para a América levaram a tradição com eles, mas substituíram os nabos pelas abóboras, mais abundantes. Pelo que parece, as abóboras são mais fáceis de cortar do que os nabos. As pessoas começaram a cortar caras assustadoras e a elaborar desenhos nas suas abóboras iluminadas.

Ora aqui está a lenda das abóboras no dia do Halloween.

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Porque é já amanhã...

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Graças a Deus! É impressão minha ou esta semana teve dias a mais?
Terá sido da chuva? Terá sido das horas perdidas no trânsito?
É que nunca mais chega o fim de semana!

domingo, 18 de Outubro de 2009

Cocktail de emoções

Há dias em que nos sentimos tristes. Muitas vezes não sabemos bem porquê, outras, sabemos exactamente o que provocou aquela tristeza. Esta semana foi um verdadeiro concktail de emoções, primeiro raiva, depois revolta e por fim uma profunda tristeza. Não é muito habitual em mim, graças a Deus. Acho que é a primeira vez que descrevo que senti tal sentimentos. Mas senti, e de que maneira. E veio tudo por email, embrulhadinho no papel das novas tecnologias!

Primeiro foi aquela notícia das atrocidades da Dinamarca. Nem queria acreditar! Como é possível existir uma tradição destas? Em pleno século XXI, num país moderno, desenvolvido, que faz parte da Comunidade Europeia! Como é que o mundo vê isto e não faz nada?!



Fechei o email a chorar... Estava tão triste e tão revoltada e tão impotente!
Que raio de maneira de se mostrar que se entrou na vida adulta! Matanto golfinhos? Um dos seres mais lindos do mundo, que mais confia no Homem, tão tranquilo, tão doce, tão inocente...

Como será possível? E toda aquela multidão a apreciar serenamente tão horrenda barbárie!

Depois, no dia seguinte, outra notícia horrível sobre a pequena Nicole. Morta às mãos se um suposto médico espanhol em Portalegre.

video

Das destas coisas ninguém diz nada nas televisões. Nem uma palavra. Não haverá justiça neste mundo? Porque existe gente desta nos hospitais, o primeiro lugar onde deveríamos ser tratados com respeito, com dignidade, com amor!

Depois quase a acabar a semana, chega a notícia do infeliz vídeo da Maitê Proença! Que mais faltava, meu Deus? Há gente que tem que pagar muito nesta vida, não só pelo que faz mas pelo que diz também. Não há responsabilidade nos actos. Segue tudo impunemente...

E não podemos perguntar porque Deus deixa que estas coisas aconteçam!

Souberam da resposta da filha de Billy Graham numa entrevista feita por Jane Chayson no Early Show, um programa da televisão americana? Em resposta à pergunta “Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?” Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia, da qual coloco aqui apenas um excerto:

“Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.
Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.
Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua protecção se nós exigimos que Ele não se envolva mais connosco?

À vista de tantos acontecimentos recentes, ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc…
Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O’hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas…
A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.

Logo depois o Dr.Benjamin Spock disse que não deveríamos bater nos nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:
“Um perito neste assunto deve saber o que está a dizer”.
E então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal. Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos…(há diferença entre disciplinar e tocar).
Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantos preservativos, quantos eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: “Está bem!”

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.
Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet.
E nós dissemos:
“Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso”.

Agora perguntamo-nos porque os nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado; porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios…

Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:
nós colhemos só aquilo que semeamos!!!

Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:
“Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?”
A resposta dele:
“Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!”



Finalmente a semana acabou, e com tanto, tanto trabalho que tenho tido, à mistura com estas notícias, sentía-me exausta, física e emocionalmente. Ontem de tarde, acompanhei o meu filho à catequese, como faço sempre. Entrei pela porta principal da igreja que começava a encher com crianças e jovens que se preparavam para a missa. Senti, de repente, uma vontade de ficar aqui e assistir à missa, com o meu mais pequeno ao colo.

Bendita decisão! Foi o suficiente para encher de novo a minha alma de esperança e de fé.

Ver aquela igreja cheia de crianças, que de mãos dadas, rezaram o pai nosso em voz alta, foi uma benção para o meu coração!

Se ensinarmos as nossas crianças a rezar, talvez ainda haja esperança para esta Humanidade!

sábado, 17 de Outubro de 2009


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domingo, 11 de Outubro de 2009

Ser criança é...

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Você criança,
que vive a correr,
é a promessa
que vai acontecer...
é a esperança
do que poderíamos ser...
é a inocência
que deveríamos ter...

Você criança, de qualquer idade,
vivendo entre o sonho e a realidade
espargem pelas ruas da cidade,
suas lições de amor e de simplicidade!


Criança que brinca,
corre, pula e grita
mostra ao mundo,
como se deve viver
cada momento, feliz,
como quem acredita
em um mundo melhor
que ainda vai haver!


Você é como uma raio de luz
a iluminar os nossos caminhos,
assemelhando-se ao Menino Jesus,
encanta-nos com todo teu carinho!


Você é a criança,
que um dia vai crescer!
É a promessa,
que vai se realizar!
É a esperança
da humanidade se entender!
É a realidade
que o adulto precisa ver...
e também aprender a ser...


Amanhã no Brasil comemora-se o Dia da Criança. Aproveitei também a data e fiz um post especial no "Jardim das Emoções", com um poema, um filme e links interessantes.

Passem por lá e registem o vosso comentário:

Ser criança é...

Para conhecer outras lindas mensagens sobre crianças, visitem o site das mensagens.

sábado, 10 de Outubro de 2009

Filhos Brilhantes, Alunos Fascinantes

Estamos a ler um livro extraordinário de Augusto Cury. Digo estamos, pois estou eu e o meu filho mais velho. Eu vou já na segunda parte do livro, sobre os alunos fascinantes, enquanto o meu filho terminará em breve a primeira parte, sobre filhos brilhantes.

Depois do best-seller internacional "Pais Brilhantes, Professores Fascinantes", o Dr. Augusto Cury volta a reflectir sobre a educação como uma ferramenta de transformação da humanidade, desta feita através de uma cativante narrativa.

Quase todos os dias choro. Mas é uma emoção boa, não é tristeza. Em cada capítulo, aprendemos com as suas extraordinárias histórias. Cheias de ensinamentos. Profundos ensinamentos.

Estou tão envolvida com o livro que já procuro a restante obra deste conceituado psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor.

"Bons alunos aprendem a matemática numérica, alunos fascinantes vão além, aprendem a matemática da emoção, que não tem conta exata e que rompe a regra da lógica. Nessa matemática, você só aprende a multiplicar quando aprende a dividir, só consegue ganhar quando aprende a perder, só consegue receber, quando aprende a se doar."

"Os professores são tão ou mais importantes que os psiquiatras, os juízes e os generais. Os professores lavram os solos da inteligência dos jovens para que eles aprendam a ser pensadores, para que eles não adoeçam e sejam tratados pelos psiquiatras, para que eles não cometam crimes e sejam julgados pelos juízes, para que eles não façam guerras e sejam comandados por generais."

"A grandeza de um ser humano não está no quanto ele sabe, mas no quanto ele tem consciência que não sabe. O destino não é freqüentemente inevitável, mas uma questão de escolha. Quem faz escolha, escreve sua própria história, constrói seus próprios caminhos."

Augusto Cury, "Filhos Brilhantes, Alunos Fascinantes"
Link de download: http://www.megaupload.com/?d=QLEDF6MX

segunda-feira, 5 de Outubro de 2009

Poema do Sonho

Este fim de semana, por mero acaso, descobri no fundo de uma gaveta um poema que escrevi em 1994 para fazer parte do livro do curso. O livro nunca chegou a ser feito e o poema foi completamente esquecido entre outros papéis. Antes que o papel desapareça de vez, vou registar aqui para preservar a emoção... e o sonho.

"Em pequena foi o sonho,
entre outros sonhos de criança,
E as horas que passava,
de estudo para os testes,
não mataram, mas vingaram,
esse sentir que é esperança!

Fui crescendo com o sonho,
agora mais sério, mais maduro,
Foi sonho, quando deixou de ser sonho,
Elevei-o a projecto, mais real e mais seguro!

Quando senti que o sonho,
era agora realidade...
quis cantar, quis dançar,
voar sobre a cidade...
e gritar com toda a força:
Sonho meu, que és verdade!"

quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

Projecto português no Top 10

O Museu Guggenheim de Nova Iorque está a preceder a um concurso internacional de Design a que chama "Competição de Abrigos" ("Shelter Competition"). Os concorrentes têm de enviar o projecto 3D de um abrigo de acordo com as regras do concurso. Foram admitidos cerca de 600 projectos de 68 países.

Dos 600 projectos foram seleccionados 10 finalistas, entre os quais está o projecto do arquitecto português David Mares. É neste projecto que entra a cortiça, aliás a cortiça é mesmo o elemento do qual é feito o abrigo.

O "CBS - CORK BLOCK SHELTER " é um abrigo construído na versátil cortiça. Mas como se não bastasse a já honrosa posição de pertencer ao TOP 10 deste concurso neste momento o abrigo de cortiça está em 1º lugar na votação do público. Por favor acedam ao site do concurso e votem no projecto do arquitecto David Mares. É um projecto portugês. De cortiça portuguesa!


http://www.guggenheim.org/new-york/education/sackler-center/design-it-shelter/vote-for-shelters!

Além do prémio do público, este concurso contempla também um prémio atribuído por um Júri, que será divulgado na Guggenheim Museum’s 50th Anniversary Celebration, no dia 21 de Outubro.

domingo, 27 de Setembro de 2009

Earth Water

Arrancou esta semana em Portugal um projecto pioneiro de solidariedade.
A água embalada "Earth Water" é o único produto no mundo com o selo do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), revertendo os seus lucros a favor do programa de ajuda de água desta instituição.

A nível nacional, a "Earth Water" é um projecto que conta com a colaboração da Tetra Pak, do Continente, da Central de Cervejas e Bebidas, da MSTF Partners, do Grupo GCI e da Fundação Luís Figo.

Com o preço de venda ao público (PVP) de 59 cêntimos, a embalagem da "Earth Water" diz no rótulo que «oferece 100% dos seus lucros mundiais ao programa de ajuda de água da ACNUR» apresentando, mais abaixo, o slogan «A água que vale água».

Actualmente, morrem 6 mil pessoas no mundo por dia por falta de água potável. Com 4 cêntimos, o ACNUR consegue fornecer água a um refugiado por dia.

Das seis mil pessoas que morrem todos os dias devido à falta de água potável, 80% são crianças. Em cada 15 segundos morre uma criança, devido a uma doença relacionada com a água.
Com a criação da "Earth Water" pretendeu-se fazer a diferença e melhorar estas estatísticas assustadoras. Ao desenvolver o conceito "You Never Drink Alone" a pretensão foi criar uma solução para a falta de água a nível mundial.
http://earth-water.org/

sábado, 26 de Setembro de 2009

todos os gifs, imagens

sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Mais um pôr do Sol

De vez em quando temos que fazer coisas diferentes, fugir da rotina. Eu costumo fazer isso. Mudo de rua, troco de trajecto, faço caminhos diferentes. E descubro coisas novas. Coisas que sempre estiveram ali mas eu nunca as vi. Quando tinha 16 anos um amigo meu, bem mais velho, disse-me uma coisa que nunca mais esqueci. Um dia caminhávamos pela rua que todos os dias nos levava a casa e ele disse-me:"sabes o que eu faço todos os dias quando faço este percurso até casa? Tento encontrar coisas que não vi no dia anterior. É esse o compromisso que tenho comigo mesmo. Todos os dias faço por ver algo novo. Um azulejo naquela parede. Um vaso de flores naquela varanda. Não importa o que seja. Obrigo-me todos os dias a encontrar uma diferença nas coisas que pareçem iguais." Nunca mais esqueci estas palavras.

Ontem, já estava perto de casa quando resolvi descer a rua e ver o pôr do Sol na praia. Claro que os miúdos perguntaram logo "Onde vamos, mãe?". "Hoje vamos à praia!" - respondi sorrindo.

E lá fomos nós. Mal chegamos à praia, tiramos os sapatos. Estava ainda muito calor e aquela sensação refrescante da areia nos pés quentes, soube maravilhosamente bem! Compramos um gelado e sentados no posto de vigia do nadador salvador, obvervamos um pôr do Sol lindo, daqueles que nos tiram o ar e nos deixam de olhar fixo no céu... Depois apanhei conchas com o mais pequenino, fiz um concurso com os dois mais velhos para ver quem conseguia atirar mais longe pequenas pedras à água. Enfim, apenas 45 minutos. Até o Sol se perder no infinito. O suficiente para encher a alma. Acho que ontem dormimos todos muito melhor.

segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

Limpar Portugal




Embora pareça um slogan de campanha política, não é. Embora pareça uma daquelas brincadeiras que recebemos por email, muito menos. Trata-se de um movimento cívico independente, que se propõe referenciar lixeiras depositadas indevidamente nas nossas florestas e remove-las no próximo dia 20 de Março de 2010.

A ideia original veio da Estónia. Em 2008, um grupo de cidadãos anónimos resolveu "meter mãos à obra", como se costuma dizer, e conseguiu juntar num único dia 50.000 pessoas que removeram toneladasde lixo das florestas. Mas, sobre o assunto, sugiro-vos o visionamento do vídeo sobre a experiência naquele país. É inspirador!


Em Portugal, o movimento tem um site onde poderão consultar toda a informação.